
Francisco Louçã, o meu homónimo, referiu ao jornal "Público" que: “Durão Barroso sempre foi muito ligeiro nas questões do país, acha que é politiquice responder ao país sobre o dinheiro que foi gasto, mas nem ele nem José Sócrates podem fugir a esta responsabilidade”.
Face a esta crítica o ilustre senhor Presidente da Comissão Europeia (Durão Barroso) bem como o ilustre Primeiro-ministro (José Sócrates), literalmente, calaram-se. Como diz o povo quem cala consente! e vox populi, vox dei (voz do povo, voz de deus).
É de referir que esta crítica surgui face a um relatório do Tribunal de Contas, presidido por Oliveira Martins (do PS, logo da "cor do Governo").
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